domingo, 18 de agosto de 2019

5 DICAS DE VIAGEM - MADRID, Espanha

Neste vídeo vem comigo conhecer as 5 melhores dicas de viagem para a capital do nosso país vizinho: Madrid. Boa viagem 🌍

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

5 DICAS DE VIAGEM - LONDRES, Inglaterra, Reino Unido

Neste vídeo vem comigo conhecer as 5 melhores dicas de viagem para uma das cidades mais incríveis do mundo: Londres, no Reino Unido. Boa viagem 🌍

terça-feira, 16 de julho de 2019

5 DICAS DE VIAGEM - SÃO MIGUEL, Açores, Portugal

Novo vídeo com 5 Dicas de Viagem, esta semana sobre a incrível ilha de São Miguel nos Açores. Boa viagem 🌍

domingo, 7 de julho de 2019

VÍDEO DA ENTREVISTA COM O RUI UNAS - Maluco Beleza

Boas pessoal, deixo aqui o vídeo da entrevista sobre o meu livro, com o Rui Unas

terça-feira, 2 de julho de 2019

5 DICAS DE VIAGEM - PARIS, França

Novo canal de Youtube
Esta semana vem comigo conhecer as melhores dicas para passeios numa das cidades mais incríveis do mundo: Paris.

sábado, 6 de abril de 2019

O QUE FAZER EM JOÃO PESSOA? Paraíba, Brasil

Venha comigo conhecer as melhores dicas para passeios, gastronomia e música na cidade que considero ser a capital estatal com mais qualidade de vida no Brasil - João Pessoa.

sábado, 19 de janeiro de 2019

Sociedade sem Dinheiro

Uma da madrugada no aeroporto de Copenhaga, capital da Dinamarca, país portuário e fronteiriço entre a Alemanha, motor económico da Europa e a Suécia, país nórdico, pejado de natureza. O voo da Lufthansa aterrou já tarde devido a um atraso em Frankfurt, nova capital financeira da União depois do para mim já tão certo Brexit. E neste quadro, de repente dei por mim num átrio amplo e vasto de centenas de metros de comprimento por uns dez metros de altura de pé direito, de onde saíam comboios para a Suécia, assim como o metro para o centro da cidade e, deduzi eu, táxis, para onde bem quisesse. Vontade não me faltava para ir dar um salto até à Suécia, recanto onírico do mundo, no meu imaginário pelo menos, mas não era esse o plano. O metro para o centro já estava fechado e eu também já desejoso de chegar ao hostel, optei pelo táxi.

Como o país não aderiu à zona euro, a sua moeda Coroa Dinamarquesa ainda se mantinha, pensava eu… Então procurei a máquina de levantar dinheiro pelo tal átrio, onde via todos os tipos de automatismos que substituíam o ser humano àquela hora da noite. Assim alguém poderia dormir melhor ou estar desempregado também, dependendo do ponto de vista. Vi máquinas de bilhetes do metro, do comboio, umas do sistema ferroviário dinamarquês, outras do sueco, Também máquinas para comprar comida, até os jornais. Mas achar a tão habitual máquina de tirar dinheiro em papel, em Portugal pelo menos tão ubíqua, e há que reconhecer a funcionalidade dessa rede, por lá não encontrava, o que me intrigava… Até porque se a rede portuguesa era reputada como tão boa, talvez a dinamarquesa ficasse um pouco atrás… justificava-me no meu pensamento, refastelando-me também de certa forma. Mas pesquisei por uns bons dez minutos, fazendo figura de louco percorrendo aquele átrio de chegadas vazio de madrugada, com um mochilão às costas e uma mochila ao peito, estilo koala. Até que enfim encontrei o ATM mais escondido do mundo. Bem no cantinho do átrio, por baixo de umas escadas rolantes, junto a uma enorme parede de vidro com dez metros de altura, já numa área de pouca passagem e com um sem-abrido a dormir ao lado. Afinal também há aqui, pensei. A máquina e o sem-abrigo, infelizmente, claro. Mas como o país é seguro não estranhei a sua presença mas estranho era estar a máquina estar tão deslocada.


Nota que de nada me serviu nesta viagem...


















Depois de levantar umas notas, abri a porta e saí à rua, onde o frio me punha em sentido e energizando-me para esta viagem. Na fila do táxi estava uma família com dois filhos, ele de pele branca e ela de cor negra. O tom é indiferente, claro, e sempre foi, mas neste momento chamou-me à atenção por os pais deles serem também caucasianos. Achei lindo, incrível e mega avançado do ponto de vista social. Qual seria a probabilidade de me cruzar com este cenário socio-familiar, àquela hora da noite, naquele lugar, caso fosse raro? Praticamente nenhuma, pelo que assumi ser de facto a sociedade local muito muito muito avançada, mesmo. Um lugar onde a responsabilidade social é incorporada no elemento nuclear familiar, com compromissos mais longos que a nossa vida, como o de educar alguém. A Dinamarca apresentava-se como um lugar onde somos, acima de tudo, o que temos por baixo da pele. Então esta família na conversa, e esperando alguém, insistiu para passar à frente deles pelo que acabei por entrar no primeiro táxi. O carro era amplo, requintado e espaçoso, uma banheira autêntica, o que para táxi não é habitual. Aquele parecia ser o melhor táxi em que já viajei. Com um ecrã rectangular que ocupava uma grande parte do painel frontal, de onde um mapa GPS era desenhado indicando ao taxista o caminho, de um modo futurista, enquanto as suas rodas deslizavam por uma ampla auto-estrada de quatro faixas, tão estranhamente vazias àquela hora, que nos levava até ao centro da cidade. No início meti conversa com o taxista, que percebi ser imigrante pela forma de falar dele. É facto que o inglês é amplamente falado por lá, e ele manifestava dificuldade. Mas não querendo ele falar muito, eu também não continuei, até sentindo alguma antipatia inicial dele, desfeita também quando saímos da tal estrada e ele me indicou alguns pontos turísticos da cidade que novamente me parecia abandonada.

O destino era um hostel que encontrara na internet, no site hostelworld. E quando lá chegámos, ao ver  o valor da viagem no ecrã, passei-lhe a nota do banco de trás para o da frente, ao que ele se recusou terminantemente receber acenando-me com a mão - “No, no, no.” Estarrecido, indaguei o porquê. Ele disse-me que ali na Dinamarca só aceitavam cartões bancários e que não se usava mais dinheiro impresso. A princípio ainda achei ser um esquema do taxista para não me dar troco, porque, confesso estava a dar-lhe uma nota de bastante valor, pois a máquina só deu dessas. E já tendo visto várias situações no comércio, de fugirem às notas altas, ainda insisti um pouco que não tinha cartões comigo. Então com um frio a rondar os zero graus no exterior do carro, pedi um minuto ao taxista e saí a caminhar até ao hostel, onde procurei confirmar se assim era que se pagava um táxi do aeroporto, correndo o risco de fazer figura de desconfiado ou de turistão recém-chegado a uma utópica sociedade sem dinheiro. E assim era, confirmou-me o rapaz da recepção, que o dinheiro impresso praticamente fora tirado de circulação neste país. Apenas era usado de um modo residual. O hostel também não aceitou notas o que comprovava que ter um cartão era uma obrigatoriedade necessária para viver lá.

No dia seguinte caminhava por uma sociedade que me provocava uma sensação de utopia, despertando atenção, interesse e adrenalina em mim, ou uma versão economico-social da hormona talvez. Enquanto caminhava por ruas pejadas de bicicletas, sendo esta a cidade do mundo onde mais há neste momento, e onde o metro circulava sem maquinista, onde nas estações não havia bilheteiras com humanos, tudo era maquinal e sem torniquetes de acesso, onde o dinheiro era apenas de plástico, e onde molhava de modo ligeiro o cabelo e a roupa com os pingos de chuva do céu fosco e nublado tão típico da Europa mais setentrional, reflectia naquele modelo de sociedade. Seria este o melhor? Será que o capitalismo, a democracia e a república serão mesmo os menos maus ou que já temos vergonha de mexer no dinheiro, de o ver e cheirar, de o mostrar, de o usar, ou porque a preguiça e o chato em que a política se foi tornando para o público, não temos vontade de levantar da cadeira e ir até às mesas de voto. Assim como se tornou off-topic debater os prós e os contras de sermos mandados por reis e rainhas ao invés de votarmos com regularidade, munidos de livre arbítrio na pessoa que melhor achamos para liderar uma sociedade, ainda que os primeiros tenham a primazia da educação para este fim toldada e com conhecimento transgeracional acumulado. E qual a perda de privacidade numa sociedade em que todas as nossas compras ficam assim registadas associadas a um qualquer cartão, de um qualquer banco, de um qualquer dono accionista maioritário, de um qualquer país, que pode fazer o que entender com esses dados? A Dinamarca fazia-me pensar nisto tudo enquanto por lá andarilhava – numa nova visão do futuro, achando que este modelo se vai replicar daqui a uns anos ao restante globo.

Abraços e boas viagens !

Vosso,
João

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Novo Site











Boas,
Hoje foi lançado o novo site https://joaolopesaguiar.com/ onde divulgo os vários livros e vídeos de viagens que tenho publicado. Passem por lá !
Abraços !

Os Meus Descobrimentos - Volta ao Mundo em Couchsurfing








2.ª edição à venda nas lojas em Portugal e no Brasil, e nos sites https://osmeusdescobrimentos.com e https://joaolopesaguiar.com 
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#livro #viagens #travelgram #instatravel #viajar #viagem #travelvideo #osmeusdescobrimentos

sábado, 21 de julho de 2018

Apresentação no FMM em Sines











Quantos aqui conhecem o Festival Músicas do Mundo em Sines ?

Para mim é o melhor festival do mundo! E este ano surgiu a oportunidade de participar neste incrível caldeirão cultural, autêntico umbigo do mundo que invade a maior cidade do litoral alentejano durante os próximos dias.

A música do mundo, tão específica e radical quanto ampla e diversa toma conta da cidade de Sines e de nós também para nos inebriar num abraço de cultura. E para além dos ritmos e melodias há, claro, espaço para os livros também, para as estórias de viagem e os contos do mundo. Todos os dias com apresentações no Centro de Artes de Sines e de uma feira do livro e do disco na capela da misericórdia, junto ao Castelo. [1] [2] [3]

Aqui fica o convite incondicional a todos e todas bem como às suas trupes completas, para que passem esta quinta-feira, dia 26 de julho pelas 15h no Centro de Artes de Sines [4] para assistirem à apresentação do meu livro "Os Meus Descobrimentos - Volta ao Mundo em Couchsurfng".

Vai ser mega fixe! 🌐🌍
Conto contigo?



[1] fmmsines.pt/frontoffice/pages/956?news_id=1239
[2] fmmsines.pt/frontoffice/pages/401?event_id=564
[3] sines.pt/frontoffice/pages/704
[4] google.com/maps/@37.9567361

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Documentário - Os Meus Descobrimentos - Volta ao Mundo em Couchsurfing - Pt. I

O documentário já está disponível em quatro partes no leitor abaixo,
tal como no canal de youtube youtube.com/heinzaguiar
e no site osmeusdescobrimentos.com
Na primeira parte, há filmagens de Marrocos, Mauritânia, Senegal, África do Sul, Moçambique e Lesoto.
Agradeço que partilhem e façam like no vídeo.
Espero que gostem !
#osmeusdescobrimentos
#estamosjuntos





terça-feira, 17 de julho de 2018

Documentário - 18 de julho





















Esta volta ao mundo em couchsurfing, para além de ser contada num livro também é apresentada sob a forma de um documentário que lanço esta quarta-feira, dia 18 de julho. 

No filme podem conhecer os países, cidades e lugares por onde passei. Também entrevistei pessoas, filmei grupos de música e dança e contei para a câmara o que estava a viver em viagem.

O documentário sai amanhã no canal de youtube >> youtube.com/heinzaguiar
e no site do livro osmeusdescobrimentos.com

Espero que gostem !

terça-feira, 10 de julho de 2018

Podcast #11 - Perna partida, contratempo

Mais uma semana, mais um podcast :)
O episódio 11 desta volta ao mundo é a continuação do périplo musical pela África do Sul. Tão abundante é o seu talento musical que um só episódio do podcast não chegou... Desde o dançante kwaito aos clássicos dos afropop dos anos 80, passando pelos moçambicanos radicados em Jo'burg 340ml cujo nome homenageia o volume das garrafas de cerveja moçambicanas. E para além de músicas há também relatos de viagem por Bulungula, o Transkei, Garden Route e Cape Town. Sintoniza ! 🎧 Para ouvir carrega no player abaixo ou escuta todos os episódios no site do livro osmeusdescobrimentos.com/#podcast



👉 Alinhamento de Músicas:
- Crónicas de Viagem sobre a África do Sul
- Lenyora by Thebe
- Gravação Sonora - Língua Xhosa
- Crónicas de Viagem sobre a África do Sul
- When you come back by Vusi Masahlela
- Nomalizo by Letta Mbuli
- Crónicas de Viagem sobre a África do Sul
- Don't Matter by Akon - calypso remix
-Tag Mahal by Kwaito music
- Shuffering and Smilling by Fela Kuti
- Crónicas de Viagem sobre a África do Sul
- Hang On To Yourself (rachel) by 340ml
- Doo Be Doo by Freshlyground
- Crónicas de Viagem sobre a África do Sul

👉 Episódio gravado em 2010 e agora republicado a propósito do recém lançamento do meu último livro.

sábado, 30 de junho de 2018

Podcast #10 - Republic of South Africa

Mais uma semana, mais um podcast :) O décimo episódio sobre esta volta ao mundo é uma viagem musical mais aprofundada ao extremo sul de um continente - África do Sul também conhecida como a Rainbow Nation - tamanha a sua diversidade. A música também verte e revela esta amálgama social e sonora. E para além de músicas há também relatos de viagem pelo Kruger Park, Pretoria e Durban. Sintoniza ! 🎧 Para ouvir carrega no player abaixo ou escuta todos os episódios no site do livro osmeusdescobrimentos.com/#podcast



sexta-feira, 22 de junho de 2018

Podcast #9 - Moçambique, que palavra tão bonita!

Mais uma semana, mais um podcast :) O nono episódio sobre esta volta ao mundo é uma viagem musical mais aprofundada a Moçambique, trauteando ao som dos estilos mais contemporâneos como o pandza, o rap ou a passada locais, bem como revisitando marrabentas e kizombas mais clássicas. Pelo som de Ziqo, bem como pela música interventiva e feminista de Didácia, ao rap político de Azagaia ou com os intergeracionais Mabulu, a música deste povo é bonita, prolífica e recomenda-se. 🎧 Para ouvir carrega no player abaixo ou escuta todos os episódios no site do livro osmeusdescobrimentos.com/#podcast

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Podcast #8 - África Austral

No oitavo episódio do podcast sobre esta volta ao mundo em couchsurfing, vamos passear pelas repúblicas da África do Sul e de Moçambique e como banda sonora temos a música de intervenção do Hugh Masekela e a voz tradicional do Caiphus Semenya, nascidas entre a world music e o jazz, também dançaremos ao som do estilo electrónico local - Kwaito - pelos Spikiri, finalizando na lendária música e dança moçambicana - Marrabenta -, ressuscitada para os nossos tempos pela mão dos Mabulu. Sintoniza ! 
🎧 Para ouvir este e outros episódios no site do livro osmeusdescobrimentos.com/#podcast

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Podcast #7 - África Ocidental

No sétimo episódio do podcast sobre esta volta ao mundo, a viagem é feita até à pujante cultura musical da região mais a ocidente de África. Vamos passar pelo Mali, a Guiné-Bissau, o Burkina Faso, o Senegal e Cabo Verde, acompanhados pela majestosa kora de Toumani Diabaté, as vozes de Oumou Sangaré e Habib Koité, os ritmos dançantes e sincopados de Manecas Costa, bem como da excelente worldmusic dos nossos Terrakota, entre outros mais.
🎧 Para ouvir este episódio no player abaixo e todos os outros no site do livro osmeusdescobrimentos.com/#podcast.


segunda-feira, 7 de maio de 2018

Podcast #6 - Entrada no Senegal


Durante esta viagem à volta do mundo fui colhendo dicas, músicas, conversas e entrevistas que depois coligi num podcast. Abaixo fica o sexto episódio, sobre o Senegal e se quiseres escutar todos os episódios basta ir ao site osmeusdescobrimentos.com .


 #omundoénosso 🌍

quinta-feira, 29 de março de 2018

O Velho e o Bar


"Só uma coisa é mais preciosa do que o teu tempo:
com quem o gastas." Leo Cristopher



Cabo Verde foi o lugar para onde viajei pela primeira vez fora dos confortos ocidentais da Europa e da América do Norte. Essa viagem foi com um grupo de jovens com quem fiz um périplo pelas várias ilhas deste arquipélago da Macaronésia. Era ainda miúdo.

E num salão da cidade do Mindelo o tempo lentamente tardava em parar. Eu era quase tão novo quanto os meus sonhos de criança e naqueles instantes o calor abatia-se-nos pelo suor na pele e pela humidade que escorria nas paredes do café.

À mesa falávamos de como era bom estar na ilha mas reparei que ao fundo da sala e de frente para mim, estava o único caucasiano que vira naqueles dias pela ilha de São Vicente. Era um homem já encurvado pela modorra do tempo e do clima, bem como pela idade e pela garrafa de gin que estava sempre ao alcance da sua mão. E ele estava embriagado.
























Ao vê-lo, só me lembrava de todas as imagens que desenhava na mente em miúdo enquanto estudava em casa e lia na escola o clássico "O Velho e o Mar" do Hemingway. A minha professora de português de então, a Maria Teresa Maia Gonzalez numa das suas entretidas e cativantes aulas, já nos ensinara que ele viveu em Cuba. E anos depois, este homem no bar foi o mais próximo que alguma vez encontrei dele. Como um sósia. E por instantes imaginava-o, tal como ao Ernest, mergulhado numa estufa de calor lentificador mas ao invés de Cuba, em Cabo Verde.

O tempo parava para ver, imaginar e viajar, mesmo já fora de portas. E muito provavelmente foi ali que me apaixonei por viajar, permitir-me sentar nos lugares e observá-los enquanto o tempo se dilatava.



João Aguiar

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Apresentações do Livro




Hey, 👉 Quem puder venha até estas sessões sobre a viagem e o livro. 🌐 Em fevereiro será pelo Norte e em março por Lisboa. 
+ info sobre os eventos:👉 Porto - www.bit.ly/palestraporto🌐 Murça - www.bit.ly/palestramurça👉 Guimarães - www.bit.ly/palestraguimaraes🌐 Aveiro - www.bit.ly/palestraemaveiro👉 FNACs Lisboa - em breve em www.culturafnac.pt
#osmeusdescobrimentos #naestrada